neste momento de meditar-se, olhando fora a janela,
os edifícios, e este aparente movimento
tranquilo das gentes, vem-me ao espírito
uma pequena consciência que subitamente tomo...
que se passou há anos, que não recordo senão vagamente,
na forma desta pequena consciência que sem querer vem-me,
olhando fora a janela, o movimento das gentes e do tráfego,
aquele homem que entra no edifício, e o outro, que dista
.............................................................[ligeiramente pela rua?
perdem-se as cousas, por vezes em um passado tão remoto
que se não sabe que delas tomou-se consciência,
quando consciência se delas toma,
como uma única flor de epoméia, sem raízes ou folhas,
sobre a pérgula alta de uma casa...
permitir-me-ia afirmar, talvez, noutra ocasião,
que quando há significados, pouco importam as cousas,
mas isto noutra ocasião...
hoje escrevo um poema simples, e sem demasiada filosofia.
que se arranje um pouco belo, e isto será suficiente.
Inverso
1 dia atrás
1 comentários:
só deixou na curiosidade, êta avellaneda!
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